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DST - DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

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HPV

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O que é o HPV?

O papilomavírus humano (HPV) é um microrganismo, pertencente a uma grande família, que infecta o ser humano. Já foram identificados, até o momento, mais de 120 tipos diferentes.

No homem, o HPV pode permanecer “adormecido” após o contágio (sem causar lesões) ou provocar o aparecimento de verrugas (nas mãos, nos pés e nos genitais, entre outros pontos) e eventualmente estar relacionado ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer.

A infecção genital por HPV é comum na população em geral?

O HPV é considerado a principal DST de etiologia viral. Estima-se que 50% a 75% dos homens e das mulheres sexualmente ativos entram em contato com um ou mais tipos de HPV em algum momento de sua vida.

Como ocorre, no homem, a infecção por HPV?

O principal meio de transmissão do HPV no homem é o contato sexual desprotegido com pessoas infectadas.

De forma geral, o organismo pode reagir de duas maneiras.

  • Em um pequeno número de casos, o HPV se multiplica e provoca então o aparecimento de lesões visíveis a olho nu, como as verrugas genitais, ou de lesões microscópicas, visíveis apenas por meio de dispositivos que dispõem de lente de aumento. Sabe-se que as primeiras são altamente contagiosas, enquanto as outras têm menor poder de transmissão. Essa particularidade, porém, ainda está sendo estudada.
  • O HPV, no homem, pode permanecer “adormecido” (latente), durante meses ou anos, sem causar nenhuma lesão. A diminuição da resistência do organismo costuma desencadear a multiplicação do HPV e, consequentemente, provocar o aparecimento de lesões. Independentemente da ocorrência de manifestações, a maioria dos indivíduos (mais de 90%) consegue eliminar o vírus de forma natural em cerca de 18 meses.

Aproximadamente 10% das pessoas, porém, não conseguem eliminar o HPV e apresentam infecção persistente. Essas pessoas têm maior tendência de desenvolver lesões que podem evoluir para câncer. Tais lesões, no entanto, são diagnosticadas por exames periódicos dos genitais e devidamente tratadas pelo médico, o que diminui o risco de desenvolver tumores malignos.

O câncer de colo do útero está altamente relacionado ao HPV. No entanto, apenas a infecção por HPV não é capaz de provocar esse câncer. Tal possibilidade depende de alguns fatores, como tipo de HPV, resistência do organismo e condições genéticas. Menos de 1% das mulheres infectadas por HPV desenvolve câncer de colo do útero.

Deve-se ter em mente o fato de que esse tipo de câncer ou as lesões que o antecedem (pré-câncer) são detectados, em praticamente 100% dos casos, por exames preventivos muito simples aos quais todas as mulheres podem ter acesso: o chamado papanicolau e a colposcopia (feita com o colposcópio, aparelho equipado com lentes de aumento que revela lesões muito pequenas).

Em condições normais, o tempo transcorrido entre o contato com o HPV e o desenvolvimento do câncer de colo do útero é em média de dez anos. Assim, para uma mulher que faz exames ginecológicos preventivos regulares, a probabilidade de ter câncer de colo do útero é extremamente pequena. O tratamento das lesões que antecedem o câncer é simples e efetivo, e o mais importante é o fato de que impede o desenvolvimento da doença. Na maioria das vezes, esse tratamento consiste de uma pequena cirurgia que conserva o corpo do útero, permitindo futuras gestações.

Alguns cuidados são fundamentais na prevenção de qualquer DST, assim como da infecção por HPV ou das verrugas genitais:

  • Reduza o número de parceiros sexuais; quanto maior o número de parceiros, maior o risco de contrair e transmitir qualquer DST, inclusive o HPV e o vírus da AIDS (HIV);
  • Se houver suspeita de que seu parceiro sexual tem qualquer DST, uma consulta ao médico é altamente recomendável; até que isso seja feito, também é recomendável abster-se de relações sexuais com esse parceiro;
  • Evite a automedicação, que pode "mascarar" a DST, ou seja, embora pareça ter sido tratada, a doença continua ativa;
  • Não compartilhe objetos de uso íntimo com outras pessoas e faça a higiene de objetos de uso comum antes de usá-los (o vaso sanitário, por exemplo);
  • O uso de preservativos é o método mais eficaz de redução do risco de transmissão do HIV e de outros agentes sexualmente transmissíveis, inclusive o HPV.
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