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Cybercondria

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A CYBERCONDRIA PODE INFLUENCIAR DIRETAMENTE SUA SAÚDE. VOCÊ SABIA?

Fenômeno conhecido pela busca de informações no meio digital pode auxiliar ou atrapalhar no tratamento de doenças

O comportamento do brasileiro no meio digital é um dos mais ativos no mundo, o que pode contribuir para o desenvolvimento da Cybercondria, fenômeno caracterizado pela busca de conclusões precipitadas na web sobre algum assunto relacionado à saúde, ou seja, é a hipocondria da era digital. Homens vão menos ao médico quando comparados às mulheres, como mostra a Pesquisa Nacional de Saúde e esse comportamento pode levá-los a acessar mais a internet em busca de informações sobre sintomas e doenças que possam sentir, em vez de procurar ajuda médica.

O grande volume de informação acaba induzindo as pessoas a pesquisarem mais sobre doenças relacionadas aos sintomas que sentem, influenciando diretamente para a automedicação. O maior problema desta prática é o aumento do autodiagnóstico entre os que buscam informações médicas no meio digital e que se tratam sem a consulta prévia de um especialista.

Atualmente há uma gama de sites especializados em fornecer informações de doenças e seus sintomas, como o WebMD que, como diferencial, apresenta animação das partes do corpo humano. Quando o usuário faz sua pesquisa, clica no avatar e abrem-se informações correspondentes às doenças referentes àquele local e os sintomas apresentados. Porém, vale ressaltar que antes de qualquer pesquisa em sites como esse, é importante verificar se as informações contidas têm aval de agências e órgãos médicos.

A Cybercondria não é vista como uma doença, mas sim um distúrbio que pode desencadear a hipocondria que se manifesta de diversas formas, e é caracterizada pelo medo e preocupação constantes quanto a sintomas apresentados, o que leva a pessoa à busca desenfreada pelo autoexame e a automedicação. Tanto a Cybercondria quanto a hipocondria podem elevar o números de pessoas com essas condutas.

Para o especialista em Comportamento Humano na Internet, psicólogo e criador do Centro de Dependência em Internet do Hospital das Clínicas (SP), Dr. Cristiano Nabuco (Faculdade de Medicina da USP), esse acontecimento nos traz um dualismo, pois “por um lado as conquistas são positivas, já que a informação não só sobre a saúde pode ser adquirida instantaneamente. Contudo, de outra maneira, sites com fontes desconhecidas acabam disseminando informações muitas vezes inverídicas. Muitos desconhecem, mas existe a interação medicamentosa (mistura entre os componentes de remédios), que pode desencadear reações adversas, causando a piora do estado de saúde do adepto da automedicação”.

Para o especialista “a Cybercondria pode ser relacionada também à compra desenfreada de medicamentos”. Algumas pessoas conseguem comprar remédios controlados com a ajuda de médicos e até mesmo veterinários com quem tenham relação próxima. Porém, esse tipo de medicação diminui os sintomas, mas não a doença, afirma o psicólogo. “Muitos de meus pacientes já chegam com bastante informação às consultas, por isso reforço sempre a importância da busca de especialistas para diagnosticarem e proporem terapia adequada”.

O tratamento será definido a partir da origem do problema. Em suspeita de hipocondria ou Cybercondria, tanto o clínico geral como o psiquiatra examinam o paciente, indicando tratamento apropriado.

O recomendável é sempre buscar ajuda médica quando os sintomas aparecem. A tecnologia nos ajuda em vários aspectos, porém só a opinião de um especialista médico é segura.


Fontes:

http://www.dependenciadeinternet.com.br/quemsomos.php

http://setorsaude.com.br/google-vai-oferecer-resultados-de-pesquisas-sobre-saude-com-certificado-da-mayo-clinic/

http://gnt.globo.com/programas/saia-justa/videos/5080167.htm

http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,mulheres-vao-mais-ao-medico-que-homens--mostra-ibge,1698459

http://veja.abril.com.br/saude/mulheres-cuidam-mais-da-saude-do-que-homens/

L.BR.MKT.07.2016.5555

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